consequencias sociais e ambientais

Os Impactos Sociais e Ambientais

Impactos Ambientais

A construção de hidrelétricas e conseqüentemente suas barragens e lagos causam

diversos impactos sociais e ambientais negativos. As populações são atingidas direta e

concretamente através do alagamento de suas propriedades, casas, áreas produtivas e até

cidades. Existem também os impactos indiretos como  perdas de laços comunitários,

separação de comunidades e famílias, destruição de igrejas, capelas e inundação de locais

sagrados para comunidades indígenas e tradicionais.

Na área ambiental o principal impacto costuma ser o alagamento de importantes áreas

florestais e o desaparecimento do habitat dos animais. Muitas vezes a hidrelétrica é

construída em áreas onde se concentram os últimos remanescentes florestais da região,

desmatando e inundando espécies ameaçadas de extinção. Recentemente, no caso da

hidrelétrica de Barra Grande, construída no Rio Pelotas, divisa de Santa Catarina com o

Rio Grande do Sul, houve a primeira extinção consentida, pelos órgãos ambientais

responsáveis, de uma espécie vegetal. O lago inundou para sempre o habitat natural das

últimas populações da bromélia.  

Mesmo quando os Estudos de Impacto Ambiental são realizados de forma correta,

apontando os verdadeiros impactos gerados por uma hidrelétrica, na maioria das vezes as

ações de mitigação desses impactos não chegam a compensar de fato os efeitos negativos.

Além disso, cada rio tem características únicas, espécies da fauna e flora próprias, vazões

e ciclos particulares. Cada rio tem também diferentes populações morando em seu

entorno, com realidades econômicas e sociais variadas.

Por esses motivos os efeitos variam de acordo com cada rio e cada vez mais é importante

que se faça a avaliação integrada do rio e da bacia, para que se tenha a noção dos efeitos

cumulativos de várias hidrelétricas, mas principalmente para que se possa planejar a

quantidade e o modelo de hidrelétricas em cada rio, levando em conta a conservação

ambiental e a manutenção da qualidade de vida da população.

IMPACTOS SOCIAIS

Ninguém sabe dizer, com precisão, quantas pessoas foram deslocadas até hoje por

barragens. Fala-se que forma entre 40 e 80 milhões.

Mas os deslocados não são os únicos a serem atingidos. Este é um grave problema das

estatísticas de atingidos por barragens. A maioria  dos levantamentos realizados pelos

governos e/ou empresas consideram como atingidos pelos projetos, apenas aquelas

pessoas que são deslocadas por causa do enchimento  do reservatório e que possuem o 2

título de propriedade. Assim, muitas pessoas, famílias e comunidades são deixados de

lado.

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Gravidez na Adolescência.

 

A adolescência é uma fase bastante conturbada na maioria das vezes, em razão das descobertas, das ideias opostas às dos pais e irmãos, formação da identidade, fase na qual as conversas envolvem namoro, brincadeiras e tabus. É uma fase do desenvolvimento humano que está entre infância e a fase adulta. Muitas alterações são percebidas na fisiologia do organismo, nos pensamentos e nas atitudes desses jovens.

A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas a preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. São pensamentos e alterações importantes para o período.

Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade.

O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar, adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, tem o mesmo histórico dos pais. A queda dos comportamentos conservadores, a liberdade idealizada, o hábito de “ficar” em encontros eventuais, a não utilização de métodos contraceptivos, embora haja distribuição gratuita pelos órgãos de saúde públicos, seja por desconhecimento ou por tentativa de esconder dos pais a vida sexual ativa, fazem com que a cada dia a atividade sexual infantil e juvenil cresça e consequentemente haja um aumento do número de gravidez na adolescência.

A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima. Por isso, o apoio da família é tão importante, pois a família é a base que poderá proporcionar compreensão, diálogo, segurança, afeto e auxílio para que tanto os adolescentes envolvidos quanto a criança que foi gerada se desenvolvam saudavelmente. Com o apoio da família, aborto e dificuldades de amamentação têm seus riscos diminuídos. Alterações na gestação envolvem diferentes alterações no organismo da jovem grávida e sintomas como depressão e humor podem piorar ou melhorar.

Para muitos destes jovens, não há perspectiva no futuro, não há planos de vida. Somado a isso, a falta de orientação sexual e de informações pertinentes, a mídia que passa aos jovens a intenção de sensualidade, libido, beleza e liberdade sexual, além da comum fase de fazer tudo por impulso, sem pensar nas consequências, aumenta ainda mais a incidência de gestação juvenil.

É muito importante que a adolescente faça o pré-natal para que possa compreender melhor o que está acontecendo com seu corpo, seu bebê, prevenir doenças e poder conversar abertamente com um profissional, sanando as dúvidas que atordoam e angustiam essas jovens.

 

 

 

 

 

 

 

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Violência

      Tipos de Violência

Violência Doméstica, segundo alguns autores, é o resultado de agressão física ao companheiro ou companheira. Para outros o envolvimento de crianças também caracterizaria a Violência Doméstica.

A vítima de Violência Doméstica, geralmente, tem pouco auto estima e se encontra atada na relação com quem agride, seja por dependência emocional ou material. O agressor geralmente acusa a vítima de ser responsável pela agressão, a qual acaba sofrendo uma grande culpa e vergonha. A vítima também se sente violada e traída, já que o agressor promete, depois do ato agressor, que nunca mais vai repetir este tipo de comportamento, para depois repeti-lo.

Em algumas situações, felizmente não a maioria, de franca violência doméstica persistem cronicamente porque um dos cônjuges apresenta uma atitude de aceitação e incapacidade de se desligar daquele ambiente, sejam por razões materiais, sejam emocionais. Para entender esse tipo de personalidade persistentemente ligada ao ambiente de violência doméstica poderíamos compará-la com a atitude descrita como co-dependência, encontrada nos lares de alcoolistas e dependentes químicos.

Para entender a violência doméstica, deve-se ter em mente alguns conceitos sobre a dinâmica e diversas faces da violência doméstica, como por exemplo:

Violência Física

Violência física é o uso da força com o objectivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros e tapas, agressões com diversos objectos e queimaduras por objectos ou líquidos quentes. Quando a vítima é criança, além da agressão activa e física, também é considerado violência os factos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis.

Quando as vítimas são homens, normalmente a violência física não é praticada directamente. Tendo em vista a habitual maior força física dos homens, havendo intenções agressivas, esses factos podem ser cometidos por terceiros, como por exemplo, parentes da mulher ou profissionais contratados para isso. Outra modalidade é as agressões que tomam o homem de surpresa, como por exemplo, durante o sono. Não são incomuns, actualmente, a violência física doméstica contra homens, praticados por namorados (as) ou companheiros (as) dos filhos (as) contra o pai.

Apesar de nossa sociedade parecer obcecada e entorpecida pelos cuidados com as crianças e adolescentes, é bom ressaltar que um bom número de agressões domésticas é cometido contra os pais por adolescentes, assim como contra avós pelos netos ou filhos. Dificilmente encontramos trabalhos nessa área.

Não havendo uma situação de co-dependência do(a) parceiro(a) à situação conflituante do lar, a violência física pode perpetuar-se mediante ameaças de “ser pior” se a vítima reclamar há autoridades ou parentes. Essa questão existe na medida em que as autoridades se omitem ou tornam complicadas as intervenções correctivas.

O abuso do álcool é um forte agravante da violência doméstica física. A Embriagues Patológica é um estado onde a pessoa que bebe torna-se extremamente agressiva, às vezes nem lembrando com detalhes o que tenha feito durante essas crises de furor e ira. Nesse caso, além das dificuldades práticas de coibir a violência, geralmente por omissão das autoridades, ou porque o agressor quando não bebe “é excelente pessoa”, segundo as próprias esposas, ou porque é o esteio da família e se for detido todos passarão necessidade, a situação vai persistindo.

Também portadores de Transtorno Explosivo da Personalidade são agressores físicos contumazes.  Convém lembrar que, tanto a Embriagues Patológica quanto o Transtorno Explosivo têm tratamento. A Embriagues Patológica pode ser tratada, seja procurando tratar o alcoolismo, seja às custas de anticonvulsivantes (carbamazepina). Estes últimos também úteis no Transtorno Explosivo.

Mesmo reconhecendo as terríveis dificuldades práticas de algumas situações, as mulheres vítimas de violência física podem ter alguma parcela de culpa quando o fato se repete pela 3a. Vez. Na primeira ela não sabia que ele era agressivo. A segunda aconteceu porque ela deu uma chance ao companheiro de corrigir-se mas, na terceira, é indesculpável.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), foram agredidas fisicamente por seus parceiros entre 10% a 34% das mulheres do mundo. De acordo com a pesquisa “A mulher brasileira nos espaços públicos e privados” – realizada pela Fundação Perseu Abramo em 2001, registrou-se espancamento na ordem de 11% e calcula-se que perto de 6,8 milhões de mulheres já foram espancadas ao menos uma vez.

 

Violência Psicológica

A Violência Psicológica ou Agressão Emocional, às vezes tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida.

Um tipo comum de Agressão Emocional é a que se dá sob a autoria dos comportamentos histéricos, cujo objectivo é mobilizar emocionalmente o outro para satisfazer a necessidade de atenção, carinho e de importância. A intenção do(a) agressor(a) histérico(a) é mobilizar outros membros da família, tendo como chamariz alguma doença, alguma dor, algum problema de saúde, enfim, algum estado que exija atenção, cuidado, compreensão e tolerância.

É muito importante considerar a violência emocional produzida pelas pessoas de personalidade histérica, pelo fato dela ser predominantemente encontrada em mulheres, já que, a quase totalidade dos artigos sobre Violência Doméstica dizem respeito aos homens agredindo mulheres e crianças. Esse é um lado da violência onde o homem sofre mais.

No histérico, o traço prevalente é o “histrionismo”, palavra que significa teatralidade. O histrionismo é um comportamento caracterizado por colorido dramático e com notável tendência em buscar atenção contínua. Normalmente a pessoa histérica conquista seus objectivos através de um comportamento afectado, exagerado, exuberante e por uma representação que varia de acordo com as expectativas da plateia. Mas a natureza do histérico não é só movimento e acção; quando ele percebe que ficar calado, recluso, isolado no quarto ou com ares de “não querer incomodar ninguém” é a atitude de maior impacto para a situação, acaba conseguindo seu objectivo comportando-se dessa forma.

Através das atitudes histriônicas o histérico consegue impedir os demais membros da família a se distraírem, a saírem de casa, e coisas assim. Uma mãe histérica, por exemplo, pode apresentar um quadro de severo mal-estar para que a filha não saia, para que o marido não vá pescar,   não vá ao futebol com amigos… A histeria quando acomete homens é pior ainda. O homem histérico é a grande vítima e o maior mártir, cujo sacrifício faz com que todos se sintam culpados.

Outra forma de Violência Emocional é fazer o outro se sentir inferior, dependente, culpado ou omisso é um dos tipos de agressão emocional dissimulada mais terríveis. A mais virulenta atitude com esse objectivo é quando o agressor faz tudo correctamente, impecavelmente certinho, não com o propósito de ensinar, mas para mostrar ao outro o tamanho de sua incompetência. O agressor com esse perfil tem prazer quando o outro se sente inferiorizado, diminuído e incompetente. Normalmente é o tipo de agressão dissimulada pelo pai em relação aos filhos, quando esses não estão saindo exactamente do jeito idealizado ou do marido em relação às esposas.

O comportamento de oposição e aversão é mais um tipo de Agressão Emocional. As pessoas que pretendem agredir se comportam contrariamente àquilo que se espera delas. Demoram no banheiro, quando percebem alguém esperando que saiam logo, deixam as coisas fora do lugar quando isso é reprovado, etc. Até as pequenas coisinhas do dia-a-dia podem servir aos propósitos agressivos, como deixar uma torneira pingando, apertar o creme dental no meio do tubo e coisas assim. Mas isso não serviria de agressão se não fossem atitudes reprováveis por alguém da casa, se não fossem intencionais.

Essa atitude de oposição e aversão costuma ser encontrada em maridos que depreciam a comida da esposa e, por parte da esposa, que, normalmente se aborrecendo com algum sucesso ou admiração ao marido, ridiculariza e coloca qualquer defeito em tudo que ele faça.

Esses agressores estão sempre a justificar as atitudes de oposição como se fossem totalmente irrelevantes, como se estivessem correctas, fossem inevitáveis ou não fossem intencionais. “Mas, de fato a comida estava sem sal… Mas, realmente, fazendo assim fica melhor…” e coisas do género. Entretanto, sabendo que são perfeitamente conhecidos as preferências e estilos de vida dos demais, atitudes irrelevantes e aparentemente inofensivas podem estar sendo propositadamente agressivas.

As ameaças de agressão física (ou de morte), bem como as crises de quebra de utensílios, mobílias e documentos pessoais também são consideradas violência emocional, pois não houve agressão física directa. Quando o(a) cônjuge é impedida(a) de sair de casa, ficando trancado(a) em casa também se constitui em violência psicológica, assim como os casos de controlo excessivo (e ilógico) dos gastos da casa impedindo atitudes corriqueiras, como por exemplo, o uso do telefone.

    

 Violência Verbal

A violência verbal normalmente se dá concomitante à violência psicológica. Alguns agressores verbais dirigem sua artilharia contra outros membros da família, incluindo momentos quando estes estão na presença de outras pessoas estranhas ao lar. Em decorrência de sua menor força física e da expectativa da sociedade em relação à violência masculina, a mulher tende a se especializar na violência verbal mas, de fato, esse tipo de violência não é monopólio das mulheres.

Por razões psicológicas íntimas, normalmente decorrentes de complexos e conflitos, algumas pessoas se utilizam da violência verbal infernizando a vida de outras, querendo ouvir, obsessivamente, confissões de coisas que não fizeram. Atravessam noites nessa tortura verbal sem fim. “Você tem outra+o)…. Você olhou para fulana+o)… Confesse, você queria ter ficado com ela (e)” e todo tido de questionamento, normalmente argumentados sob o rótulo de um relacionamento que deveria se basear na verdade, ou coisa assim.

A violência verbal existe até na ausência da palavra, ou seja, até em pessoas que permanecem em silêncio. O agressor verbal, vendo que um comentário ou argumento é esperado para o momentos, se cala, emudecer e, evidentemente, esse silêncio machuca mais do que se tivesse falado alguma coisa.

Nesses casos a arte do agressor está, exactamente, em demonstrar que tem algo a dizer e não diz. Aparenta estar doente mas não se queixa, mostra estar contrariado, “fica bicudo” mas não fala, e assim por diante. Ainda agrava a agressão quando atribui a si a qualidade de “estar quietinho em seu canto”, de não se queixar de nada, causando maior sentimento de culpa nos demais.

Ainda dentro desse tipo de violência estão os casos de depreciação da família e do trabalho do outro. Um outro tipo de violência verbal e psicológica diz respeito às ofensas morais. Maridos e esposas costumam ferir moralmente quando insinuam que o outro tem amantes. Muitas vezes a intenção dessas acusações é mobilizar emocionalmente o(a) outro(a), fazê-lo(a) sentir diminuído(a). O mesmo peso de agressividade pode ser dado aos comentários depreciativos sobre o corpo do(a) cônjuge.  

 

 

 O que fazer se for uma vítima de violência

Ainda que não haja sinais externos de agressão, deve recorrer ao hospital local (de preferência), centro de saúde ou médico particular para ser observada e tratada; é importante identificar o agressor. Se reside nas grandes áreas de Lisboa, Porto e Coimbra, deve dirigir-se para exame médico-legal, ao respectivo Instituto de medicina Legal, onde está, diariamente, escalado um perito médico-legal.

    Fora destas áreas, deve dirigir-se aos Gabinetes Médico-legais, a funcionar continuamente, nos Hospitais de: Almada, Angra do Heroísmo, Aveiro, Beja, braga, Bragança, Cascais, Castelo Branco, Chaves, Évora, Faro, Figueira da Foz, Funchal, Guarda, Grândola, Guimarães, Leiria, Penafiel, Ponta Delgada, Portalegre, Portimão, Santa Maria da Feira, Santarém, Setúbal, Tomar, Torres Vedras, Viana do Castelo, Vila Franca de Xira, Vila Real, Viseu.

Os Institutos e os Gabinetes podem receber denúncias de crimes e praticar os actos cautelares necessários e urgentes para assegurar os meios de prova, procedendo, nomeadamente, ao exame de vestígios e transmitindo essas denúncias, no mais curto prazo, ao Ministério Público.

Deve apresentar queixa contra o agressor, podendo, para o efeito, dirigir-se à esquadra (ou elemento da PSP em serviço na urgência do hospital), posto da GNR do local onde ocorreu a agressão ou Polícia Judiciária ou directamente ao Tribunal. Poderá também dirigir-se ao Instituto de Medicina Legal (Lisboa, Coimbra e Porto), ou aos gabinetes médico-legais, que funcionam em muitos hospitais de todo o País. Para qualquer destas diligências faça-se acompanhar, se possível, de familiar ou pessoa amiga.

Ao apresentar queixa, deve exigir documento comprovativo de a ter feito.

Se ao apresentar queixa contra o marido, companheiro, ou progenitor de descendente comum em 1.º grau (pais), receia que a sua integridade física ou psíquica, ou a dos filhos, fique ameaçada, pode sair de casa.

Deixar a casa em consequência de maus tratos que possam ser provados não prejudica o direito de ficar com os filhos, quando menores, de residir na casa de morada de família, de pedir alimentos ao cônjuge bem como o direito ao recheio da casa e outros bens do casal, no caso de vir, posteriormente, a divorciar-se.

A ocorrência de maus-tratos deve, tanto quanto possível, ser conhecida pelos familiares, incluindo os filhos, vizinhos ou pessoas amigas não só para poderem prestar assistência e apoio, como para poderem ser testemunhas em processo-crime ou de divórcio litigioso.

Os maus-tratos constituem um crime punido com pena de prisão ou de multa, podendo ainda ser aplicada a pena acessória de proibição de contacto com a vítima, incluindo a de afastamento desta.

 

                            Violência contra Homossexuais

 
Não é de hoje que surgem na mídia inúmeras notícias de agressões contra homossexuais, no ano de 2010 grande foram as agressões causadas por homofobia registradas, geralmente os agressores são adolescentes.
Em Novembro de 2010 tivemos um caso de total impunidade o caso do jovem agredido na avenida paulista por um grupo de 4 adolescentes após uma passeata já tradicional no estado de São Paulo.
“Os homofóbicos continuaram em sua jornada de ódio e com lâmpadas fluorescentes, atacaram Luís Alberto de 23 anos, estudante de jornalismo.
“Quando passaram pela gente, vimos que um deles levava duas lâmpadas grandes nas mãos. Ele me chamou. Quando virei, ele já me atacou no rosto com a lâmpada. Em seguida, usou a outra lâmpada. Se não tivesse reagido, teria apanhado menos, mas eu não me arrependo”, contou Luís. Como estavam em maior número, os cinco marginais imobilizaram Luís e continuaram a bater. “Me deram uma chave de braço e continuaram a bater”, disse Luiz Alberto de 23 anos.”
Esse fato ocorrido na avenida paulista foi noticiado em vários veículos de informação, mas o grande problema é que muitos outros fatos como, ou piores que esse, acontecem a todo o momentos em todo o Brasil, pior, sem que tomemos conhecimento. São tantas coisas envolvidas nessa atitude absurda, que nem sei por onde começar.
Óbvio que as agressões são absurdas e odiosas, mas também vale pensar na atitude da mãe de um dos envolvidos na agressão cujo classificou esse ato de barbárie como “apenas uma atitude infaltil”, será que se fosse o contrário ela continuaria com essa opinião? Creio que certamente não.
Mesmo diante de tudo isso, de toda essa violência gratuita motivada pelo ódio aos LGBTs, autoridades e religiosos, alegam não ser necessário aprovar a lei que criminaliza a homofobia. Enquanto isso, as pessoas continuarão sendo espancadas e mortas apenas por serem, ou serem vistas como, homossexuais. Até quando será assim???
        

                              violência no transito

 A população brasileira tem sofrido muito com tanta violência, sendo vítima direta ou indiretamente dezenas de milhões de pessoas que quase nada podem fazer para evitar isso. Observa-se que a vida e o respeito às pessoas deixaram de ter importância para muitos, ficando a sensação de que o egoísmo descabido e injustificado prevalece sobre a vida humana. Por que existe tanta violência em nosso país? Quais são as causas dessa violência desnecessária? Qual é o custo da violência no Brasil?
A violência no Brasil está disseminada nos mais diferentes lugares e regiões e nas mais diversas formas. Seja no trânsito, no trabalho, na família, nas escolas, por agentes públicos ou em outros locais ou por quem quer que seja, a violência deve ser repudiada, abominada e punida com o máximo rigor da lei. A sociedade deve combater tudo isso exigindo das autoridades aplicação de leis existentes e aprovação de outras leis quando as existentes sejam ineficientes à inibição da violência.
Infelizmente, as autoridades somente se mobilizam para modificar a legislação sobre violência quando ocorrem fatos que chamam a atenção da mídia. Mas, logo depois de algum tempo esquecem e a situação fica como antes. Sabemos que dezenas milhares de pessoas são assassinadas todos os meses no Brasil seja por arma de fogo, arma branca, no trânsito ou por outros tipos, mas ninguém se mobiliza para que esses assassinos sejam punidos. O percentual dos assassinos que sofrem efetivamente algum tipo de pena é extremamente baixo, tornando o custo de se cometer esse tipo de crime muito pequeno. Para quem não teme o pecado ou não preza o bem comum, não preza o bem das outras pessoas, com a falta de punição à prática de crime tem-se um ambiente propício a atos criminosos, inclusive crimes de morte.
A violência consubstanciada pela agressão física e mental pelas polícias civil, militar e municipal, pelos motoristas que trafegam nas nossas estradas e ruas, pelos is e pelas pessoas comuns é uma das maiores mazelas existentes no Brasil. Não se pode apontar para uma causa única, mas para uma série de fatores que juntos produzem essas tragédias que são cotidianas para o nosso povo. Campanhas de incentivo ao respeito às pessoas e à vida dessas pessoas conjugadas com punição de todos os crimes, proibição do uso de arma de fogo por todos e ações preventivas de toda nato
reza poderiam ter efeitos positivos significativos em termos de diminuição dos crimes no Brasil.
 

 

 Lição de Vida

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Efeitos q a musica pode causar..

O Poder da Música sobre a Alma e o Corpo

By Tiago Vieira e Yoná Matiello

“Deixem-me compor a música de um país e não me preocuparei com quem faça as suas leis.” (Platão)

 

O Governo e a Música:

 

Há mais de mil anos antes de Cristo, os imperadores chineses faziam anualmente um festival de música, para o qual vinham artistas e conjuntos de todas as províncias do país. Ouvindo a música das diversas regiões, o imperador tomava decisões estratégicas, estas eram baseadas nos tipos de ritmos e nas letras das músicas de cada região, eles tinham um conceito de que a música como expressam da Alma refletia o momento e o estado de espírito dos habitantes de cada região, se estes estavam revoltados, as letras e o ritmo demonstravam frustração e revolta, se estavam sofrendo, demonstravam tristeza e morbidez, usava música como termômetro emocional e assim procuram resolver as questões identificadas.

O fato do ser humano poder ser influenciado de forma inconsciente pela musica é difícil de ser assimilado, todavia este fato em nada altera seu poder.

A questão de gostarmos ou não gostarmos de uma música pode estar ligado ao nosso estado emocional no momento, e isto de forma inconsciente.

A música influência comprovadamente, até mesmo o crescimento e desenvolvimento de plantas. ( fonte: Dra.Dorothy Retallack,Denver – Colorado)

 

Influência da música sobre os sentimentos.

 

Desde sempre é sabido que a música consegue passar uma mensagem complexa e profunda, mesmo sem palavras. Os produtores de filmes se utilizam deste poder da musica para compor as sensações que querem que seus filmes transmitam, desta forma tomam decisões a respeito da música, e não da letra, em aplicações de música de fundo Ela, que  nos filmes é responsável as sensações…

 

A importância da Trilha Sonora

http://www.youtube.com/watch?v=TjAQbuBllS4

 

Trecho do filme – Alfred Hitchcock – Psicose – Suspense

http://www.youtube.com/watch?v=UN8cfu8wUKo

 

Trecho do filme – A hora do Pesadelo _ Terror

http://www.youtube.com/watch?v=AFkpPmP-RGg

 

Trecho do Filme – Titanic – Romance -tristeza – perda

http://www.youtube.com/watch?v=yd1uEvyzCmM&feature=related

 

Abertura  seriado Chaves – Alegria,

http://www.youtube.com/watch?v=6arYZy_nFDc

 

É a trilha sonora musical, que definitivamente  “dita os sentimentos” dentro de uma cena. Acredita-se que  a música de fundo comunicará a mesma mensagem a todos os que assistirem, mesmo através de fronteiras culturais, a presença física do som influencia nossas reações.

A grande realidade é que a maioria das pessoas não presta muita atenção às leis da música e ignora o impacto que a música tem sobre a sua saúde física, social e mental.

 

Ondas Sonoras e o Cérebro

 

As ondas sonoras (vibrações) que chegam no tímpano do ouvido são transformadas em impulsos químicos e nervosos, que registram em nossa mente as diferentes qualidades dos sons que estamos ouvindo. “As raízes dos nervos auditivos – os nervos do ouvido – são distribuídos mais amplamente e tem conexões mais extensas do que os de qualquer outro nervo no corpo. Devido a esta extensa rede dificilmente existe uma função no corpo que possa não ser afetada pelas pulsações e combinações harmônicas de tons musicais”.

Segundo estudos da “The Music Research Foundation” (A Fundação de Pesquisa da Música), a música é registrada na parte do cérebro que normalmente é estimulado pelas emoções, contornando os centros cerebrais que lidam com a inteligência e razão.

Embora as conclusões de vários estudos sejam divergentes, o denominador comum é que os estímulos auditivos afetam, diretamente, o sistema nervoso.

 

Música e a Produção de Hormônios.

 

O sistema endócrino regula não somente as funções dos órgãos internos, como o coração e os órgãos respiratórios, mas também as glândulas endócrinas. Estas glândulas são controladas pelo tálamo, o qual está intimamente ligado às nossas emoções. Segundo a fisiologista Mary Griffiths, “o hipotálamo controla as excreções da glândula tiróide, o córtex adrenal e as glândulas sexuais. Assim, ele influencia a velocidade do metabolismo, bem como também a produção de hormônios sexuais. O hipotálamo tem um efeito marcante na liberação das respostas autônomas provocada pelo medo, raiva, e outras emoções.Também a música especialmente selecionada aumenta a capacidade de trabalho dos músculos. Concomitantemente, o tempo dos movimentos do trabalhador muda com a alteração do tempo musical. É como se a música determinasse um bom e rápido ritmo de movimento.”

Em seu livro Music in Hospitals, Van de Wall, explica: “Vibrações de sons que atuam sobre e através do sistema nervoso dão impulsos em seqüência rítmica para os músculos, levando-os a se contraírem e a colocar nossos braços e mãos, pernas e pés em movimento. Por causa desta reação muscular automática, muitas pessoas fazem um pouco de movimento quando ouvem música; para que elas permaneçam imóveis seria necessária uma restrição muscular consciente.”

O pesquisador David A. Noebel diz que o ritmo da música rock cria uma secreção anormalmente alta de hormônios sexuais e adrenalina podendo causar alterações nos níveis de açúcar no sangue e a quantidade de cálcio no corpo.

Uma vez que o cérebro recebe sua nutrição do açúcar no sangue, sua função diminui quando este açúcar é dirigido a outras partes do corpo para estabilizar o equilíbrio hormonal. No ponto em que uma quantidade insuficiente de açúcar do sangue alcança o cérebro, o julgamento moral é muito reduzido ou completamente destruído. Isto é o que acontece quando o ritmo intensamente marcado, de uma música muito tocada em alto volume, muda o nível de açúcar sangüíneo no corpo.

Investigações científicas têm demonstrado que a música afeta a freqüência cardíaca, respiração, pressão sanguínea, digestão, equilíbrio hormonal, rede neural do cérebro, ritmos do corpo humano, humores e atitudes.

Desta forma, cuidado com o que você, isto pode afetar seriamente a sua saúde física e emocional.

Tchau e até a próxima…

 

(fontes: O Cristão e a Música Rock—Um Estudo dos Princípios Bíblicos da Música, de Autoria do Dr. Samuele Bacchiocchi,;Youtube; Diego Blanco – Microsoft Technical Audience Team; Os Efeitos da Música Sobre a Mente e o Corpo –  Levi de Paula Tavares)

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bruna karla!

Que Bom Você Chegou Bruna Karla
Me sinto tão amada isso faz bem
Ao coração da gente quando tem
Alguém pra dividir um grande amor
Como a brisa da manhã assim você chegou.
Uma ótica perfeita de amor
Uma ponte sobre um rio de dor
Na minha vida um sonho lindo se realizou
Um presente enviado pelo meu Senhor.

[Refrão]
Você foi como um dilúvio de amor
Arrancando do meu peito uma dor
E no lugar daquela cicatriz marcou
As cenas lindas que o tempo já notou.
Você é minha tempestade do bem
Trazendo chuva ao meu deserto
Me fazendo alguém,
Amada simplesmente pelo que é,
Ontem namorada, noiva e agora sua mulher.

Vamos nos molhar na chuva do Senhor,
Alimentar com bênçãos o nosso amor,
Fazer valer a pena tudo que a gente conquistou,
Vamos juntos fazer, um culto de agradecimento a Deus,
Quando mais precisei você me apareceu,
Um presente e o remetente era Deus.

…Me sinto tão amada, isso faz bem…

http://www.vagalume.com.br/bruna-karla/que-bom-voce-chegou.html#ixzz1KxSjfgRf

 

 

 

 

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